Diga onde você está
Um teste de nível de três minutos coloca você no ponto certo. Do zero, com o árabe enferrujado ou em algum ponto no meio.
É o árabe palestino falado na cozinha e na vendinha da esquina, o dialeto que a sua família usa de verdade. Dez minutos por dia, com o áudio primeiro. A maioria das pessoas já leva uma conversa de verdade em seis a oito semanas.
Dez frases que você vai usar de verdade numa visita à Palestina. Cada uma vem numa grafia fonética fácil e em árabe, com áudio para você ouvir como soa de verdade. PDF grátis, direto no seu e-mail. Se cadastrando agora, você garante o preço de fundador.
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Como funciona
Um teste de nível de três minutos coloca você no ponto certo. Do zero, com o árabe enferrujado ou em algum ponto no meio.
Lições curtinhas. O áudio primeiro. Sem usar as mãos, se você quiser.
Peça um café. Cumprimente a vizinha. Pegue uma frase de uma música. Situações reais desde o primeiro dia, sem esperar o sexto mês.
O método
A gente parte da língua como ela é falada em casa e deixa de lado a versão dos livros didáticos. Você ouve cada palavra antes de ler, e aprende na ordem em que vai precisar dela.
Cada palavra chega ao ouvido antes de chegar aos olhos. Trechos de cinco segundos, repetidos até grudar. É a velha ideia do Pimsleur, ajustada ao ritmo palestino.
Um sistema fonético para os sons que a escrita esconde. O 3 de 3ayn. O 7 de 7alaal. O q que some sem aviso em Jerusalém. E quando você quiser as próprias letras árabes, ع e ح estão logo ao lado.
Cada unidade tem um endereço: um mercado de peixe em Yafa, um café em Ramallah, a marcenaria no beco dos seus sogros. Aprenda as palavras e você já conhece meio caminho do lugar de onde elas vêm.
Pensado para cinco minutos livres e um fone de ouvido. Uma lição cabe num celular e num banco de ônibus. Nada para instalar, nada de notebook, nenhum dever de casa para entregar. Aperte o play, repita o que ouviu e pronto, essa é a lição.
Menu degustação
Nada de "o rato roeu a roupa do rei". Nada de "onde fica a biblioteca?". Essas são as que você vai usar primeiro: cumprimentar uma vizinha, pechinchar o preço de uma melancia, agradecer a desconhecida que mostrou o ônibus em Akka.
#1
mar7aba
مرحبا
olá
#2
keef 7aalak?
كيف حالك؟
tudo bem?
#3
shukran
شكراً
obrigado
#4
Sabaa7 il-kheer
صباح الخير
bom dia
Quer as dez? Pegue o pacote para imprimir, com a escrita árabe e áudio em cada frase.
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A cultura primeiro
Palavra solta não gruda. Cada unidade mora dentro de um prato, de um lugar ou de um costume palestino de verdade, porque é ali que o vocabulário faz sentido. Aprendendo legumes? Você está cozinhando maqloobe. Números? Está pechinchando na feira. Palavras da família? Está na terceira fileira de cadeiras de um casamento.
كنافة نابلسية
knaafe nablusiyye
Knafeh do jeito de Nablus
مقلوبة
maqloobe
Arroz de ponta-cabeça
مسخّن
msakhan
Frango com sumagre no pão
قهوة سادة
qahwe saade
Café preto com cardamomo
Guias grátis
Ainda escolhendo as ferramentas? Comece pelo melhor app para aprender árabe levantino e depois volte para as frases. Começando no dialeto? O árabe palestino, explicado.
Pensando no Duolingo?
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Respostas sinceras
Sem enrolação. Se uma pergunta chega mais de duas vezes, ela entra nesta lista.
Sim, nas duas lojas. O Tfaddalu está na App Store e no Google Play, e dá para testar de graça. Se você também quiser o pacote inicial para imprimir, o campo de e-mail aí em cima continua mandando.
Com o tempo, sim. Desde a primeira lição a escrita árabe aparece ao lado da transliteração, então você se apoia na que preferir. O alfabeto só é treinado de forma sistemática na unidade 4, mas o formato das letras começa a ficar na cabeça já no seu primeiro pedido de knafeh.
Não. Dá para começar do zero. As palavras chegam primeiro em áudio e depois numa transliteração feita para refletir como os palestinos falam de verdade. A escrita entra quando chegar a hora.
O curso de árabe do Duolingo ensina o árabe padrão moderno, o árabe formal dos apresentadores de jornal e dos livros didáticos. Ninguém fala assim em casa. A gente ensina o dialeto falado de Yafa, Ramallah, Akka e Belém: o áudio primeiro, conversas reais e nenhuma gema para juntar.
Sim. O árabe palestino é levantino, primo próximo do que se fala no Líbano, na Jordânia e na Síria. Use em Beirute, Amã ou Damasco e o pessoal entende você sem problema. Até no Egito ou no Golfo você se vira, com um ou outro ajuste.
De seis a oito semanas, com dez minutos por dia. Cumprimentar, pedir comida, falar da família, pedir informação, aguentar uma ligação curta. O primeiro mês são trocas pequenas. No segundo você já está em conversas de verdade, de ida e volta, com erros e tudo, e com gente feliz em perdoar.
Sim, em cada palavra e em cada frase. Cada trecho é gravado no dialeto palestino falado, então você ouve como uma frase soa de verdade antes de ler.
Sim. Baixe uma lição uma vez e ela é sua no avião, no metrô, em qualquer lugar onde o sinal caia (o que acontece bastante na própria região). Sua sequência e suas revisões se atualizam na próxima vez que você ficar online.
Sim. Entre no celular, no tablet ou na web, e a sua sequência, as lições baixadas e as revisões vão junto. Dá para trocar de aparelho no meio de uma frase, se você quiser.
Por que estou fazendo isso
A minha infância inteira, visitei uma família com quem eu não conseguia conversar de verdade. Eu sentia o carinho na sala e perdia as palavras.
Aprender era outro muro. Não havia quase nada para o árabe palestino, e o árabe padrão que eu vivia tentando estudar só me confundia mais. O que eu ouvia à mesa era outra língua.
Estou fazendo o Tfaddalu para que a próxima pessoa sentada a essa mesa não precise só concordar com a cabeça.
O Tfaddalu já está na App Store e no Google Play.
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Dez frases que você vai usar de verdade numa visita à Palestina. Cada uma vem numa grafia fonética fácil e em árabe, com áudio para você ouvir como soa de verdade. PDF grátis, direto no seu e-mail. Se cadastrando agora, você garante o preço de fundador.
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